Incêndios florestais em várias direções e em proporções nunca registradas consomem milhares de hectares no Pantanal de Corumbá, Miranda e Aquidauana, ocasionados pela estiagem e atos criminosos.
segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Estimativa da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e dos órgãos envolvidos na operação, como o Corpo de Bombeiros e o Grupo de Patrulhamento Aéreo (GPA) da Polícia Militar/MS, indica que pelo menos 50 mil hectares de vegetação nativa foram queimados desde domingo (27), quando reacenderam as queimadas na região. O cenário é de devastação – e o fogo se expande, com a fumaça prejudicando o tráfego na BR-262.
A dimensão da intensidade dos focos de calor se mede a menos de 80 km de Campo Grande, em cuja distância da Capital a nuvem de fumaça vinda de incêndios ocorrendo a 220 km interferem nas condições de visibilidade reduzida para quem trafega na rodovia federal, até próximo a entrada da MS-450, em direção a Palmeiras e Piraputanga, entre Dois Irmãos do Buriti e Aquidauana. Logo depois, a fumaça se dissipa, conforme a direção do vento.