Carlos Alberto, assessor da Câmara de Vereadores de Três Lagoas foi arrolado no boletim de ocorrência 398/2019, registrado em 27 de fevereiro, no documento consta que o profissional pode estar envolvido em um furto de óleo ocorrido naquele dia em um restaurante na Avenida Rosário Congro.
A reportagem teve acesso ao documento e veiculou na quinta-feira (28) a matéria relatando os fatos descritos pelas autoridades policiais. Carlos entrou em contato com o Hojemais solicitando espaço para declarar a sua versão da história, a reportagem agendou a entrevista para esta manhã (1), por motivos de saúde Carlos não esteve presente na redação do portal, mas enviou sua versão do ocorrido, afirmando que não estava em Três Lagoas no dia que o crime aconteceu, não conhece o restaurante que foi alvo do furto e ainda pontuou que a empresa de coleta de óleo pertence a sua esposa.
O assessor disse que os funcionários da empresa agiram com malandragem, foram ao restaurante, pediram o óleo e o empresário entregou os galões. Ele ainda disse que um dos empregados, o mais novo, ficou com medo e se portou inadequadamente.
Carlos conta que não entende o porquê de seu nome ter sido inserido no boletim de ocorrência sendo que sequer estava na cidade e os responsáveis seriam os funcionários de uma empresa que pertence à sua companheira.
O assessor ainda pontuou que as imagens registradas pelo sistema de segurança mostram o funcionário correndo, um homem branco bem diferente dele que é negro. Carlos ainda disse que a muito empo é perseguido pelos responsáveis da empresa papa óleo, ele conta que trabalhou gratuitamente na ONG durante dois anos e ainda afirma que a empresa lhe persegue a muito tempo e já teve atitudes racista.