Um relatório foi elaborado pelo Bope - Batalhão de Operações Especiais - logo após a detonação do artefato explosivo na noite da última terça-feira (5) em Três Lagoas – revelou, em entrevista ao Hojemais, o Comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, Major Ênio Soares.
Segundo o comandante da PM, a medida é um procedimento comum realizado nestas situações - caso o comando do exército ou a Polícia Civil solicitem o documento e queiram saber mais detalhes sobre o artefato ou como foi parar na região do Bairro Jardim Brasília, em Três Lagoas.
O artefato foi levado por um robô até uma vala e foi destruído. A sua detonação foi acompanhada por policiais militares, federais, imprensa e alguns populares.
A munição - uma Obus 105 milímetros - estava enterrada nas proximidades da rede da MS Gás que passa às margens da BR-262 e foi encontrada por trabalhadores que realizavam uma obra no local e acionaram a Polícia Militar.
O local foi isolado pelos militares que, em contato com o Bope - que já estava em Três Lagoas realizando treinamentos – chamaram um integrante especialista em desarme de bombas, que veio de Campo Grande.
Conforme relatou o Major Ênio, estes trabalhadores correram risco de vida, já que qualquer impacto mais forte poderia ter explodido a munição.