Letícia Sousa Curado, de 26 anos estava desaparecida desde sexta-feira (23), ela era funcionária terceirizada do Ministério da Educação.
O corpo da advogada foi encontrado na beira de uma estrada após o autor Marinésio dos Santos Olinto ter sido preso no último domingo (25). Na delegacia ele confessou o assassinato e alegou ter matado Letícia por ela ter se negado a manter relações sexuais com ele.
Segundo o delegado que investiga o caso, Fabricio Augusto Machado, a advogada teria saído de casa a caminho do trabalho, momento em que foi abordada pelo homem, que lhe ofereceu carona. Augusto explicou que no caminho a vítima teria resistido às investidas sexuais do acusado, que a enforcou até a morte.
Letícia era moradora de Planaltina no Distrito Federal, era casada e deixa um filho de apenas 3 anos.
Crimes anteriores
Marinésio ainda está sendo investigado pelo assassinato de Genir Pereira de Souza, desaparecida em 12 de junho de 2019. Nos meios policiais ele está sendo tratado pela polícia como “maníaco em série”.