Familiares de Cícero Amaro Barbosa acompanharam o julgamento do pedreiro, Antônio da Silva Maciel, o 'Tonhão' que durou mais de três horas no fórum de Três Lagoas na última sexta-feira, 1º de fevereiro.
Cícero veio de Campo Grande para visitar a mãe em Três Lagoas e foi morto pelo pedreiro com cinco golpes de faca, após discussão em um bar no bairro Nossa Senhora das Graças na noite do dia 22 de maio de 2015.
'Tonhão' foi condenado a 16 anos e quatro meses em regime fechado, através a de júri popular. Após a sentença, o pedreiro foi encaminhado ao Presídio de Segurança Média de Três Lagoas onde se encontrava preso desde a época do crime.
Em entrevista ao Hojemais, alguns familiares de Cícero comentaram a decisão do júri. Para Cintia Alves, sobrinha da vítima, a sentença foi muito justa. “Ele cometeu o crime e tem que pagar. Esperávamos que ele fosse condenado. Não vai tampar a dor que a família está sentindo, mas foi feito justiça”, disse.
Segundo a irmã Terezinha Barbosa, ficamos felizes por um lado, pois foi feito justiça, apesar de que não vai trazê-lo de volta. Foi uma morte muito cruel, e por outro lado ficamos triste pelos familiares do acusado, pai, mãe e irmãos. Ficamos satisfeitos com a justiça, pois foi feita graças a Deus”, disse emocionada.
Luciana Santana filha de Cícero contou à reportagem que no dia do crime estava em Ivinhema quando recebeu a notícia da morte do pai. "Posso dizer que foi feito justiça", contou Luciana que revelou que o pai tinha ela e outros quatro filhos; três adultos e dois menores. "Meu pai sequer chegou a registrar o filho recém nascido", completou.
Imagens do julgamento: