O CRIME
Tudo começou na noite de sábado (21) quando por volta das 21h20, Emileide, procurou a Delegacia de Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência alegando o desaparecimento da filha.
Segundo a mãe, Gabrielly havia sido deixada na praça do ginásio de esportes, acompanhada do irmão, e teria desaparecida.
Porém na mesma noite, Emileide entrou em contato com a Polícia Militar através do telefone 190 para confessar que havia matado a própria filha e queria se entregar.
Neste momento, equipes policiais se deslocaram ao encontro da mulher e depois ao local onde a mãe relatou ter enterrado o corpo da filha.
No local, o corpo de Gabrielly foi localizado enterrado de cabeça para baixo, próximo do lixão da cidade. A mãe confessou o crime, alegando que agiu sozinha, após a garota acusar o padrasto de abuso sexual.
NA DELEGACIA
Na delegacia, os policiais notaram que o filho adolescente que acompanhava a mãe possuía arranhões nas pernas.
Logo, as autoridades desconfiaram que ele também estivesse estar envolvido no crime. Foi quando ao ser indagado, resolveu revelar todos os detalhes da barbárie.
Na unidade policial, Emileide, a mãe da criança, manifestou o direito de falar apenas em juízo, porém informalmente aos delegados, relatou ter cometido o crime em um momento de fúria.
Ela ainda negou que a motivação fosse à revelação do abuso sexual praticado pelo padrasto.
TESTEMUNHA
Uma testemunha identificada pela Polícia Civil relatou que Gabrielly havia dito no final do ano passado que teria sido abusada sexualmente pelo padrasto.
Ainda segundo a testemunha, a garota havia mencionado a ela que não poderia revelar o fato aos professores ou para a polícia por que tinha medo de ser agredida pela mãe.
Após revelar o crime, o adolescente de 13 anos de idade, irmão da vítima foi apreendido.
O pai biológico, Ronildo Mariano de Souza e o tio, Valdevino Pereira, dos irmãos, Gabrielly acredita na inocência do filho adolescente. Assista o vídeos.
