Dos 522 candidatos a deputado (estadual e federal) por Mato Grosso do Sul, doze possuem domicílio eleitoral em Três Lagoas, sendo a metade para cada cargo. Os registros de candidatura constantes do DivulgaCand, sistema de divulgação de candidaturas do site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não bate com a dos nomes que foram aprovados nas convenções partidárias, que haviam sido divulgadas na semana passada pelo Hojemais. Constam alguns nomes novos, como de Amilton Aparecido, enquanto que outros, não estão incluídos, como o do vereador Apóstolo Ivanildo.
Entre os nomes inscritos, o candidato com maior poder aquisitivo é o deputado estadual Eduardo Rocha, cujos bens declarados somam R$ 1.747.741,42, entre aplicações, imóveis e veículos. Candidato à reeleição, Rocha também é o que mais pretende gastar na campanha, algo em torno de R$ 4 milhões.
O fiscal de renda Fabrício Venturoli (PROS), que concorre para federal, é o segundo mais rico com patrimônio de Fabricio Venturoli – Imoveis e veículos R$ 513.862,61, em veículos e imóveis.
Entre os mais pobres estão Beto Araújo (PSD) e Ângelo Guerreiro (PSDB), candidatos a deputado federal sem bens declarados. O primeiro, entretanto, prevê gastar até R$ 1,5 milhão e o outro projeta investir R$ 2 milhões na campanha. Marisa Rocha (PSB), candidata a federal não declarou bens e nem quanto pretende gastar. Com gasto previsto de R$ 4 milhões, Jorginho do Gás (PSDB), que concorre ao mesmo cargo, também disse não possuir bens.
Nilo cândido, que disputa vaga na Assembleia Legislativa, possui patrimônio de R$ 48.411,64 em imóveis e Idevaldo Claudino, uma casa de R$ 12 mil.
O ex-vereador Amilton Aparecido da Silva tem patrimônio de R$ 289.500,00 (veículos e imóvel) e os bens de Kelly Cristina (PRP) somam R$ 360 mil. Ambos concorrem para federal. Por fim, Marco Bocato (PC do B) declarou imóvel de R$ 156.940,00 e que pretende gastar R$ 2 milhões.