O deputado estadual Angelo Guerreiro (PSDB) já está mais que certo como pré-candidato a prefeito em 2016 em Três Lagoas. E não são poucos os políticos e partidos que se articulam para fazer parte do arco de aliança em torno de seu partido. Mas é bom que se diga que nem todos estão atraídos pelo suposto favoritismo do caubói. Há muitos que acreditam ser possível desbanca-lo e estão dispostos a fazer de tudo para estragar a sua festa.
Pelo menos duas frentes se articulam para encontrarem um nome forte para disputar a prefeitura e há ainda a possibilidade de uma via isolada, no caso, o Pros que já tem como fato consumado a candidatura do fiscal de renda Fabrício Venturoli. Mas há um risco em todas estas movimentações. Em se confirmando todas estas candidaturas, em vez de dificultar a trajetória do caubói, os adversários poderão estar pavimentando o caminho dele rumo à prefeitura. Para evitar isso, as duas frentes teriam de se unir em torno de um único nome o que, segundo relatou um presidente de partido, tal possibilidade não está descartada.
Uma das frentes que tem se reunido constantemente, inclui o PT, o PMDB, o PSB, o Democratas e o PRB. O propósito é chegar a um nome para prefeito, mas, pelo que o Hojemais apurou, por enquanto, ainda não há nenhum nome certo. Inclusive, o nome não precisa estar entre os políticos que tem se reunido, que são os vereadores peemedebistas Adão da Apae e Nuna Viana, além do suplente Luciano Dutra; Gilmar Tosta (PT), Apóstolo Ivanildo (PSB), Welton Irmão (PRB) e Marcus Bazé (DEM). Eles têm cogitado buscar um nome de consenso fora do meio político.
O outro grupo é a antiga Frente Progressista que após um período de hibernação, voltou a se reunir. Esta, porém, já tem praticamente definido o nome do prefeitável. Trata-se do empresário e advogado Rógerson Rímoli, que já estaria praticamente definido como futuro membro do PDT, mas que conversa também com o PCdoB. O PSL, o PTN e um grupo significativo de petistas também tem se reunido com esta frente.
O Pros também fazia parte desta frente, mas acabou se afastando das reuniões, optando por fazer carreira solo, com o presidente Fabrício Venturoli devendo encabeçar uma chapa majoritária.