O diretório local do Partido dos Trabalhadores requisitou na Justiça o mandato do vereador Gilmar Tosta, por infidelidade partidária, devido ao fato de ele ter trocado deixou a legenda para se filiar ao PSB. A presidente da Executiva, Cristiane Lopes disse que pediu porque a Lei deixa claro que o mandato é do partido e não do político, uma vez que o parlamentar não se elegeu sozinho, mas com os votos da legenda e de vários outros companheiros. "Não é nada pessoal", diz ela, afirmando que o vereador é seu amigo.
Caso em primeira instância Gilmar perca o mandato, ele ainda pode recorrer ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral). A primeira suplente do partido é a professora Iara Neves.
Em relação ao assunto, o vereador disse que ainda não foi notificado e limitou-se a afirmar que tem argumento para se defender, mas que serão apresentados em juízo. Sobre a possibilidade de realmente perder o mandato ele respondeu: "não vivo de política, portanto não fico procurando janela", disse. É que ele poderia ter deixado para deixar o partido em março sem o risco de perder o mandato, quando se abrirá a chamada janela infidelidade.