Na última quinta-feira (24) o deputado estadual e presidente do diretório local do PMDB, deputado estadual Eduardo Rocha, inaugurou oficialmente em Três Lagoas o seu escritório político. Rocha disse que era muito cobrado para ter um local específico para atender a seus correligionários e resolveu montar o escritório na antiga residência de sua mãe, que usou como QG de várias campanhas eleitorais, à Avenida Antônio Trajano, nas proximidades do Supermercado Proença.
Durante a inauguração ele recebeu vários “amigos”, como o presidente do DEM, vereador Marcus Bazé e a coordenadora do Ciat, Fátima Montanha. Em entrevista ao Hojemais, ele disse que o escritório permanecerá aberto de segunda a sexta-feira, em horário comercial para atender às reinvindicações da população. Ele não terá data e nem horário para estar no escritório. “Tudo dependerá da agenda”, disse, afirmando que tem compromisso com 20 municípios do Estado. Os dias mais prováveis para encontra-lo no escritório, segundo disse, será às segunda e sextas-feiras, ou quando tiver algum evento festivo do partido.
Em relação às eleições do ano que vem, Rocha garante que não vai disputar a prefeitura, mas que pretende concorrer a deputado estadual ou federal. “Tudo vai depender do momento, mas meu projeto é continuar no parlamento”, disse.
SEM COMPARAÇÃO
Questionado sobre a administração da prefeita Márcia Moura, que pertence ao seu partido, disse que torce para que ela tape os buracos da cidade e deixe ela bonita, assim como a recebeu.
Rocha evitou falar muito sobre a administração municipal, mas disse, por exemplo, que não vê muita animação por parte dos secretários. Sobre a aproximação de Márcia com o deputado tucano Angelo Guerreiro, afirmou que ela tem mesmo que se aproximar do PSDB e do governador, para conseguir obras para o município. Quanto a Guerreiro, destaca que “ele explodiu de votos na cidade e tem que explodir isso aqui de obras”, garantindo que não tem ciúmes. “A Márcia tem que correr atrás mesmo, não só do Guerreiro, mas também de outros”, sugeriu.
A única coisa que Eduardo disse que não admite é que o seu nome seja associado à atual administração. “Se querem me comparar com alguma gestão que compare com a da Simone [sua esposa, a senadora Simone Tebet]; essa eu ajudei e se falar que tinha defeito, pode por culpa em mim”, assume. O deputado diz que nunca ingeriu na gestão de Márcia e que nunca a obrigou a nomear secretário algum. “Se ela for mal a culpa é dela e se for bem, bato palma para ela”, completa.