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Rompimento das linhas de tubo são os principais problemas nas estradas da região

Na MS-377, região de Água Clara, houve um problema na cabeceira do Córrego Mário Viol

Hojemais - João Maria Vicente
27/01/16 às 23h55
Rompimento da linha de tubo na MS-040, na região de Santa Rita do Pardo (Divulgação)

Nesse período de chuvas intensas, em que mais de 30 municípios do Estado estão em dificuldades por conta de estragos em rodovias e queda de pontes, o principal problema enfrentado pela regional da Agesul (Agencia Estadual de Gestão de Empreendimentos) tem sido o rompimento de represas que, se não solucionado a tempo, pode resultar na queda de pontes, o que não tem ocorrido na região.

 A informação foi repassada ao Hojemais pelo engenheiro Dirceu Deguti, diretor da 3ª Residência da Agesul, que envolve nove municípios do Bolsão. Para tanto, ele diz que conta com o apoio do Secretário de Estado de Infraestrutura Ednei Marcelo Miglioli e do secretário executivo da Agesul, Helianey Paulo da Silva, que têm acompanhado de perto todas as regionais e dado total suporte para resolução dos problemas. 

Deguti diz que equipes da Agesul realizam o trabalho diário de prevenção de pontes de madeiras, a linhas de tubo e também orienta proprietários sobre a melhor forma de proteger as estradas que demandam às suas propriedades. “A situação está sob controle”, afirma Deguti, informando que nenhuma ponte foi levada pelas águas.

Até agora, de acordo com ele, o principal contratempo em consequência das chuvas é o rompimento da linha de tubo na MS-040, na região de Santa Rita do Pardo, onde rompeu o aterro, mas permaneceu a linha tripla. “Por ter um bom encabeçamento e berço de concreto”, explica.

Na MS-377, região de Água Clara, houve um problema na cabeceira do Córrego Mário Viol, com uma linha dupla de tubo Armco que será resolvido nos próximos dias pela empresa TDC Engenharia. O trânsito naquela via, segundo Deguti, está normal.

Por outro lado, uma equipe da Agesul está na MS-320 – Rodovia do Alto Sucuriú – refazendo as caixas de aterro que romperam recentemente.

Além destas frentes de trabalho, equipes estão percorrendo as estradas de terra com trabalho de prevenção, como a própria MS-320 em seu trecho não pavimentado.

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