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Saúde

Boletim registra alta de dengue na cidade

Boletim epidemiológico também aponta 37 casos de dengue e 107 hospitalizações por SRAG

Thais Constantino  - Hojemais Três Lagoas 
03/06/26 às 13h00
Foto: Reprodução

Três Lagoas registra 37 casos confirmados de dengue em 2026, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura e atualizado nesta terça-feira (2). Os dados também apontam confirmações de Covid-19 , casos de chikungunya e números relacionados à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no município.

De acordo com o levantamento, a dengue soma 380 notificações neste ano. Deste total, 313 casos foram descartados e 37 confirmados. Nos últimos 30 dias, foram registradas 105 notificações da doença. O município segue sem registro de óbitos causados pela dengue em 2026.

O boletim também informa a confirmação de 15 casos de chikungunya e nenhum caso de zika vírus até o momento.

Covid-19

Em relação à Covid-19 , Três Lagoas contabiliza 117 notificações com resultado laboratorial. Destas, nove foram confirmadas e 108 descartadas. O relatório aponta ainda que não há pessoas com o vírus ativo no município.

Somente na última atualização semanal foram registrados nove novos resultados positivos. O boletim também informa que não houve novos óbitos por Covid-19 e que o município permanece sem mortes confirmadas pela doença em 2026.

Casos de SRAG

Os dados da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) mostram que 107 pessoas precisaram de hospitalização neste ano em Três Lagoas. Atualmente, 16 casos seguem em análise e 87 pacientes já receberam alta por cura.

O boletim registra ainda dois óbitos entre os pacientes hospitalizados por SRAG em 2026.

Entre as faixas etárias mais afetadas pela síndrome, o maior número de internações foi observado em crianças de 1 a 4 anos, com 40 registros. Na sequência aparecem crianças de 5 a 9 anos (16 casos), pessoas de 40 a 59 anos (12), de 60 a 79 anos (12), adolescentes de 10 a 19 anos (11), idosos com mais de 80 anos (10), adultos de 20 a 39 anos (5) e menores de um ano (1 caso).

 

Os números reforçam a importância da adoção de medidas preventivas contra dengue , Covid-19 , chikungunya e demais doenças respiratórias, especialmente durante os períodos de maior circulação viral e proliferação do mosquito transmissor.

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