O mês de abril é destinado para a conscietização do autismo e foi estabelecido pela ONU (Organização das Nações Unidas) para difundir informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Esse momento é para promover a compreensão, a inclusão e o apoio às pessoas que vivem com essa condição. Apesar de ser associado com a infância, o amplo conhecimento da causa auxiliou no diagnóstico de muitos adultos.
Esse é o objetivo da Dra. Larissa Ormeneze (CRM/MS – 9376) e do Dr. Eder Caloi (CRM/MS – 9374), psiquiatras do Instituto Dalí em Três Lagoas, que atendem e ajudam a desafiar os estereótipos para a criação de uma sociedade mais inclusiva. Por isso, é fundamental destacar o papel essencial dos profissionais de saúde mental na abordagem e no suporte às pessoas com autismo e suas famílias.
Segundo os especialistas, o Transtorno do Espectro Autista é uma condição complexa que afeta o desenvolvimento neurológico de uma pessoa. Caracterizado por uma variedade de desafios na comunicação, interação social e comportamento, o TEA pode se manifestar de diferentes maneiras e em diferentes níveis de gravidade.
“Entender e reconhecer os sinais e sintomas do TEA é fundamental para garantir um diagnóstico precoce e o acesso a intervenções e apoios adequados. A hipersensibilidade sensorial é outra característica comum, pessoas com autismo podem ser excessivamente sensíveis a estímulos sensoriais como luz, som, texturas e cheiros. O desenvolvimento motor também pode ser afetado, assim como os comportamentos repetitivos ou metódicos também são observados em muitas pessoas”, orientam.
Os psiquiatras desempenham um papel fundamental na conscientização e no diagnóstico do autismo, pelo conhecimento e a experiência necessários para reconhecer os sinais e sintomas do autismo em diferentes faixas etárias e contextos. Os médicos são treinados para realizar avaliações abrangentes, que levam em consideração o histórico médico, o desenvolvimento neurológico e as características individuais do paciente.
“Nós temos a oportunidade de disseminar informações atualizadas sobre o TEA para colegas de profissão, outros profissionais de saúde e a comunidade em geral durante todo o ano. Isso ajuda a combater estigmas e equívocos em torno do autismo, promovendo maior compreensão da condição”, destacam.
Além disso, os psiquiatras podem fornecer orientação e suporte às famílias de pessoas com autismo, ajudando-os a entender os desafios enfrentados pelo paciente e a acessar os recursos e serviços disponíveis para apoiar seu bem-estar e desenvolvimento. Seu compromisso com a saúde mental e o bem-estar das pessoas com TEA contribui para uma sociedade mais inclusiva e acolhedora, onde todas as pessoas têm a oportunidade de alcançar seu pleno potencial.
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