Outubro é o mês das crianças, um período dedicado a comemorar e zelar pelo bem-estar dos pequenos. E dentro desse contexto, a saúde mental das crianças se destaca como uma área que merece nossa atenção especial, desempenhando um papel crucial em sua formação.
Os renomados psiquiatras Dra. Larissa Ormeneze (CRM/MS – 9376) e Dr. Eder Caloi (CRM/MS – 9374) do Instituto Dalí em Três Lagoas, reúnem suas percepções sobre a importância vital da saúde mental na infância e oferecem orientações preciosas sobre como identificar e cuidar das necessidades psicológicas e emocionais dos pequenos.
Segundo os médicos, na infância, as estruturas emocionais se desenvolvem e estabelecem uma base para toda a vida da pessoa. É nessa etapa que é essencial dedicar cuidados especiais ao aspecto físico e psicológico das crianças, colocando em prática algumas ações:
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Evitar situações de estresse/agressividade - essas situações causam produção excessiva do cortisol, o hormônio do estresse;
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Estabelecer rotina diária para a higiene do sono;
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Alimentação balanceada e diversificada;
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Adaptar e/ou limitar o acesso a telas e jogos eletrônicos;
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Manter e/ou criar vínculo afetivo de confiança com seus filhos.
Esses são alguns exemplos de medidas comportamentais que podem aproximar afetivamente as relações entre pais e filhos.
Essa proximidade e o olhar atento para a saúde mental das crianças promove um crescimento equilibrado e saudável, liberdade, segurança, consciência e estabilidade ao longo da vida.
Como cuidar da saúde mental das crianças?
Os especialistas enfatizam que o primeiro passo é criar um ambiente saudável, atendendo às necessidades mentais dos filhos. Isso não só contribui para o bem-estar da criança, mas também ensina a elas como interagir com as pessoas, enfrentar situações desafiadoras e manter o controle emocional.
“É essencial estabelecer uma relação de confiança e honestidade com a criança, evitando promessas vazias e ocultação de acontecimentos. As crianças, apesar de pequenas, percebem e absorvem as influências do ambiente ao seu redor”
Permitir que uma criança brinque, sonhe e se expresse livremente é parte integrante desse processo. Deve-se evitar sobrecarregar as crianças com atividades, priorizando sempre o respeito e o diálogo. Mostrar a importância dos sentimentos e ensinar a lidar com emoções como estresse, raiva e amor é igualmente vital.
É crucial estar atento a sinais de alerta, como irritabilidade, queda no desempenho escolar, tristeza incomum, nervosismo, mudanças no sono e pesadelos recorrentes. Ignorar essas acusações pode levar a problemas mais sérios, como ansiedade e depressão, afetando o desempenho acadêmico e profissional no futuro.
Os profissionais do Instituto Dalí recomendam que qualquer padrão de comportamento persistente por mais de 15 dias e que cause preocupações a partir dos três anos de idade deve ser avaliado e tratado com o apoio profissional adequado para cada criança.
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