Melhorias
O projeto já passou por fase de testes em algumas pessoas que possuem dificuldades em realizar leitura de textos devido à idade avançada e o resultado foi satisfatório, segundo ele.
O próximo passo é fazer as melhorias necessárias, uma vez que o dispositivo só identifica fontes no tamanho 12 ou maiores, e não reconhece letras manuscritas e fontes cursivas.
“Estou trabalhando no projeto para que se torne mais prático no seu modo de acessibilidade, que melhore também a performance e a qualidade como se captura o texto. E por fim, uma nova versão para o dispositivo se tornar um óculos para melhor portabilidade”.
O trabalho recebeu a orientação do docente James Clauton. De acordo com o orientador, o protótipo de Silva atende ao conceito de desenvolvimento inerente à área de engenharia.
“No caso do interpretador de textos, a busca foi que pudéssemos fazer com o que nosso conhecimento agregasse alguma coisa de bom pra sociedade. Vai facilitar muito a vida das pessoas na leitura. Revistas do cotidiano, por exemplo, não possuem o sistema Braille. Com esse protótipo, o deficiente passa não ter tanta limitação”, finaliza o docente.
