Os japoneses sempre surpreenderam pela alta capacidade de produzir e inovar, e nessas Olimpíadas eles trabalharam duro na implantação de tecnologias de ponta e na mensagem global em relação à sustentabilidade.
Nas tecnologias, atletas, comitivas, coordenadores e turistas poderão desfrutar de algumas novidades interessantes. A começar pelo acesso aos jogos. Não haverá catracas ou pessoas recolhendo tíquetes, nem impressos, nem digitais; tudo será feito por meio do reconhecimento facial. Com isso, a organização pretende eliminar filas e congestionamento, além de poupar tempo das pessoas.
Os veículos que levarão as pessoas pra lá e pra cá, individuais ou coletivos – inclusive os de suporte de segurança e saúde -, serão totalmente elétricos e autônomos ou no máximo híbridos, movidos a células de hidrogênio, o que reduzirá a quase zero a emissão de poluentes.
Robôs estarão por todos os lados, desde aqueles que servirão de pontos de informação até os entregadores de alimentos e bebidas.
Nos jogos, câmeras inteligentes dotadas de super sistemas monitorarão todas as competições, a fim de eliminar qualquer possibilidade de erros de julgamento ou outros tipos de situações.
As cerca de cinco mil medalhas foram feitas a partir de aparelhos celulares doados pela população especificamente para essa finalidade. A tocha olímpica, além de ser confeccionada também com alumínio reciclável, utiliza mecanismo a base de hidrogênio para sustentar sua chama acesa pelo período que rodou o mundo. E os voluntários escolhidos para carregá-la também utilizaram roupas feitas de materiais recicláveis. E, é claro, os pódios que consagram os campeões, todos também foram feitos de potes e embalagens recicláveis.
