As Big Techs (grandes empresas de tecnologia) não param de inovar. O Facebook acaba de inventar uma pulseira sensitiva que aciona um dispositivo ótico de RA (Realidade Aumentada) por meio do comando cerebral. Isso mesmo, inclusive já foi provado cientificamente que comandos cerebrais podem acionar algumas próteses humanas.
Mas a inovação que estamos falando tem um objetivo audacioso – aposentar os smartphones. A ideia desse projeto é tentar fazer com que as pessoas possam continuar conectadas, falar com outras pessoas, ler mensagens, enfim, fazer tudo o que pode fazer no celular, sem que precisem ocupar as mãos e desviar a atenção de uma atividade que ofereça risco.
Por exemplo, se você estiver dirigindo e precisar atender uma ligação, seu cérebro imediatamente aciona o mecanismo que projeta uma tela de RA em óculos especiais mostrando quem está chamando. Daí você pode conversar sem que tenha que tirar os olhos da estrada.
Não é só isso, dotado de inteligência artificial e conectado à internet, o dispositivo lê o cenário em que a pessoa está, deduz as necessidades de informação daquele momento e projeta itens que considera importantes para o usuário realizar sua atividade. Por exemplo, ao pensar em cozinhar, itens como timer, receitas, sugestões e outras coisas relacionadas a culinária serão projetados na frente de seus olhos.
Sim, na verdade quem estiver usando um dispositivo desses, pode quase estar imerso em dois (ou mais) mundos diferentes ao mesmo momento. Se isso é bom ou ruim, não sabemos. Mas já existe e daqui a pouco estará em nossas mãos, ou melhor, em nossa mente.
Mas quem pensa que a RA serve apenas para imagens, se engana. Ela pode ser também aplicada para potencializar a audição.
Um dispositivo mágico está sendo desenvolvido há algum tempo por uma divisão secreta de outra Big Tech , a Google Alphabet – empresa mãe do Google. É uma espécie de fone de ouvido que dá poder sobre-humano para quem usá-lo. Com ele, uma pessoa em meio a uma multidão por exemplo, poderá focar sua audição em apenas uma fala ou fonte de áudio específica, permitindo mais clareza na recepção, filtrando os outros sons não desejáveis. Esse projeto foi batizado com o nome de Wolverine, como referência ao personagem da Marvel, que apresenta esse tipo de poder.
Ambos projetos estão em fase de testes e as empresas pretendem comercializá-los em breve.
O futuro que vemos em filmes está mais perto do que imaginamos.
