Cotidiano

Birigui investiga três mortes por suspeita de dengue

Ontem, o Hojemais Araçatuba divulgou duas das mortes, porém nesta sexta-feira, a Prefeitura informou sobre um terceiro caso

Aline Galcino - Hojemais Araçatuba
01/03/19 às 10h33
Birigui vive cenário de alto risco para a dengue (Foto: Agência Brasil/Arquivo)

A Secretaria de Saúde de Birigui (SP) investiga três mortes por suspeita de dengue ocorridas em fevereiro, no município. Ontem, o Hojemais Araçatuba divulgou dois dos casos , porém nesta sexta-feira (1º) o município informou que mais uma morte é apurada. De 1º de janeiro até o momento, Birigui registrou 672 notificações de dengue. Desse total, 194 casos já foram confirmados e outros 259 estão em investigação.

Com relação aos óbitos, a Saúde informou que o primeiro paciente é do sexo masculino, 78 anos, aposentado, morador do bairro Ivone Alves Palma. O início dos sintomas começou em 5 de fevereiro, evoluindo com quadro infeccioso. Ele foi internado na Santa Casa de Birigui e faleceu no dia 16 de fevereiro.

Os outros óbitos são de mulheres. O segundo caso se trata de uma auxiliar administrativo de 24 anos, auxiliar administrativo, moradora do bairro Quemil. O início dos sintomas foi registrado dia 18 de fevereiro, com evolução para o quadro de infecção grave. Ela foi internada na Santa Casa de Birigui e transferida para a Santa Casa de Araçatuba, onde morreu no dia 22.

O terceiro caso é uma paciente do sexo feminino, de 60 anos, moradora do bairro Ivone Alves Palma. Os sintomas apareceram no dia 22 de fevereiro, quando ela foi internada na Santa Casa de Birigui. O caso também evoluiu para o quadro de infecção, vindo a falecer no dia 26 de fevereiro.

“Todos os casos em que os pacientes possuem sintomas em comum com a dengue são considerados suspeitos, independente da causa do óbito”, explicou a diretora da Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Birigui, Mauricéia Gonçalves. Os três casos aguardam resultados de exames.

Ações

As mortes ocorreram no mesmo período de intensificação das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, em Birigui.

Arrastões para retirada de criadouros nas áreas de maior incidência, palestras, limpeza geral e distribuição de materiais informativos foram algumas das atividades realizadas para reverter a situação, que é de alto risco para a doença.

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