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Em foco: Amauri Vieira Júnior

Jovem arquiteto contou sobre a escolha da profissão e sua ligação com a exposição agropecuária de Araçatuba

Hugo Rocha - Hojemais Araçatuba
01/06/19 às 10h53

O arquiteto de 26 anos, que é conhecido por sua atuação junto ao pai Amauri Roland Vieira à frente da Expô Araçatuba, revelou ser apaixonado por sua profissão.

Cursando engenharia, o jovem é responsável pelo projeto das pistas de provas da ABQM (Associação Brasileira de Quarto de Milha), que serão realizadas em Araçatuba no mês de julho. Conheça mais sobre o agitado Juninho.

Amauri é detentor de um dinamismo admirável (Foto: Hugo Rocha/Hojemais)

Mãe: Ledir de Oliveira Costa Vieira

Pai: Amauri Roland Vieira

Formação: arquiteto e urbanista

Marca: Dudalina

Atividade física: Academia

Hobby: Comer, muito! Lanche

Felicidade: Ver a felicidade do meu pai e da minha mãe

Cantor: Michel Jackson

Religião: Evangélico

Cantora: Ivete Sangalo

Show inesquecível: Foo Fighters

Melhor espaço da Expô: Camarote Super Premium

Cidade: Curitiba tenho vontade de conhecer. Rio de Janeiro que já visitei.

Inspiração: Zaha Hadid. Por ser mulher e conquistar o espaço que conquistou. Ocupando o espaço das 100 arquitetas mais poderosas do mundo, me inspira.

Estilo arquitetônico: Modernista

Projeto que não faria: Arquitetura barroca

Viagem: Israel. Eu vou para lá em novembro. Em Egito e Israel.

Praia: Trancoso

Neoclássico ou contemporâneo: contemporâneo

Estilo musical: Louvor

Música: O carpinteiro - Alessandro Vilas Boas

Livro: Em honra ao espirito santo / Harry Potter e as relíquias da morte/

Filme: Os Vingadores

Serie: Game Of Trones

Desejo: Trocar de carro

Restaurante: Quero conhecer o Figueira Rubayat

Sonho de consumo: Ser o primeiro milionário da família

O que você não tolera: Prostituição da profissão. Em especial a da arquitetura. Por exemplo, a pessoa cobra 10 reais o metro quadrado, sendo que já tem um nome estabelecido, só para pegar o projeto e depois conseguir algum tipo de bonificação com as pessoas parceiras. Isso para mim é a maior prostituição que existe da profissão. O CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) abomina isso. Eu sei de nomes que fazem isso, por isso é cheio de projetos. Não suporto isso. Sem falsidade, interesse… que agora está chegando a época do “oi sumido”.

Que dica daria aos futuros arquitetos: Saibam cobrar decentemente pelo trabalho que vão realizar. É muito caro um curso de arquitetura. Então a gente tem que dar valor no que estamos fazendo. Claro que no começo você vai fazer projeto de graça, projeto para parente, para poder fazer o nome.

Como surgiu a ideia de ser arquiteto: Eu tinha uma banda e o baixista é filho de arquiteto. E eu estava bem nessa transição de 17 para 18 anos e não sabia de forma alguma o que queria fazer. Pensava em medicina pelo dinheiro, mas não gostava. Numa conversa ele comentou que o pai dele era arquiteto, e fui fazer uma pesquisa sobre o curso e achei legal. Naquele ano abriu a primeira turma de arquitetura na cidade. Aí eu vi exatas e fiquei meio assim, mesmo assim fiz, gostei, me adaptei, sou apaixonado. É a profissão que eu sempre quis. Eu não trabalho, eu faço por amor. 

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