Mãe: Ledir de Oliveira Costa Vieira
Pai: Amauri Roland Vieira
Formação: arquiteto e urbanista
Marca: Dudalina
Atividade física: Academia
Hobby: Comer, muito! Lanche
Felicidade: Ver a felicidade do meu pai e da minha mãe
Cantor: Michel Jackson
Religião: Evangélico
Cantora: Ivete Sangalo
Show inesquecível: Foo Fighters
Melhor espaço da Expô: Camarote Super Premium
Cidade: Curitiba tenho vontade de conhecer. Rio de Janeiro que já visitei.
Inspiração: Zaha Hadid. Por ser mulher e conquistar o espaço que conquistou. Ocupando o espaço das 100 arquitetas mais poderosas do mundo, me inspira.
Estilo arquitetônico: Modernista
Projeto que não faria: Arquitetura barroca
Viagem: Israel. Eu vou para lá em novembro. Em Egito e Israel.
Praia: Trancoso
Neoclássico ou contemporâneo: contemporâneo
Estilo musical: Louvor
Música: O carpinteiro - Alessandro Vilas Boas
Livro: Em honra ao espirito santo / Harry Potter e as relíquias da morte/
Filme: Os Vingadores
Serie: Game Of Trones
Desejo: Trocar de carro
Restaurante: Quero conhecer o Figueira Rubayat
Sonho de consumo: Ser o primeiro milionário da família
O que você não tolera: Prostituição da profissão. Em especial a da arquitetura. Por exemplo, a pessoa cobra 10 reais o metro quadrado, sendo que já tem um nome estabelecido, só para pegar o projeto e depois conseguir algum tipo de bonificação com as pessoas parceiras. Isso para mim é a maior prostituição que existe da profissão. O CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) abomina isso. Eu sei de nomes que fazem isso, por isso é cheio de projetos. Não suporto isso. Sem falsidade, interesse… que agora está chegando a época do “oi sumido”.
Que dica daria aos futuros arquitetos: Saibam cobrar decentemente pelo trabalho que vão realizar. É muito caro um curso de arquitetura. Então a gente tem que dar valor no que estamos fazendo. Claro que no começo você vai fazer projeto de graça, projeto para parente, para poder fazer o nome.
Como surgiu a ideia de ser arquiteto: Eu tinha uma banda e o baixista é filho de arquiteto. E eu estava bem nessa transição de 17 para 18 anos e não sabia de forma alguma o que queria fazer. Pensava em medicina pelo dinheiro, mas não gostava. Numa conversa ele comentou que o pai dele era arquiteto, e fui fazer uma pesquisa sobre o curso e achei legal. Naquele ano abriu a primeira turma de arquitetura na cidade. Aí eu vi exatas e fiquei meio assim, mesmo assim fiz, gostei, me adaptei, sou apaixonado. É a profissão que eu sempre quis. Eu não trabalho, eu faço por amor.
