Idade: 58 anos.
Marido: António José Cazerta Júnior.
Pai: Mamed Jundi.
Mãe: Ema Jundi.
Filhos: Eduardo Jundi Cazerta e Fernando Jundi Cazerta.
Hobby: Amo trabalhos manuais, como o crochê. Além de ser meu hobby, tornou-se uma terapia para mim.
Um prazer: Ver meus filhos bem.
Cidade: Nova York.
País: Brasil. Apesar de tudo, amo meu país.
Restaurante: Tanit, do chefe espanhol Oscar Bosch, que fica na rua Oscar Freire em São Paulo.
O que você não tolera: Atraso.
Bebida: Não bebo álcool, mas um vinho branco ou um kir.
Um prato rápido: Um sanduíche delicioso que faço com kafta e minha abobrinha marinada. Amo!
Prato complicado: Pato Laqueado. Muito difícil de fazer, a não ser que você tenha nascido na China. É preciso inflar a pele do pato, até que solte da carne. O molho que acompanha também tem seus segredos. Está aí um prato que não arrisco a fazer.
Doce: Minha cocada de forno com sorvete.
Tempero: Ervas realçam o sabor de qualquer prato.
O que te realiza: Minha família feliz.
Um refúgio: Minha casa. Meu porto seguro.
Sonho de consumo: Dormir uma noite inteira (risos).
Uma boa lembrança: Quando meus filhos e sobrinhos (que são muitos) eram pequenos, faziamos piquenique na praça, andava de trenzinho com eles, era uma delícia.
Prato árabe: Culinária árabe é minha preferida. O que não pode faltar no meu café da manhã é a coalhada seca, além de ser gostosa, faz bem para a pele.
Prato brasileiro: Feijoada.
Prato japonês: Sushi.
Prato italiano: Risotos.
Com quem aprendeu a cozinhar: Minha mãe.
Quando começou a fazer seus produtos para vender: Em 2007 fui diagnosticada com câncer de mama. Fiz todos os procedimentos, cirurgias, químios. Meu médico dr. Fernando Maluf, a quem eu sou muito grata, me orientou a ocupar meu tempo.
Como todos gostavam da minha coalhada e dos bolos, fiz disso um negócio. Começaram a me pedir mais pratos árabes e foi crescendo. Deixei um pouco os bolos de lado, entre 2007 e 2008, mas agora voltei novamente.
Lembro de uma passagem interessante: a Sandra Rezek sempre pede meus pratos e uma vez ela pediu berinjela recheada. À noite ela me ligou e disse que o dr. Samir queria falar comigo. Ele elogiou muito e disse que era igual a da mãe dele. Isso é muito gratificante.
Prato preferido: Arroz, feijão, bife e batata frita.
O que não pode faltar na cozinha: Produtos frescos e de boa qualidade.
O que não come de jeito nenhum: Dobradinha.
Sabor inesquecível da infância: Um doce grego que minha madrinha Anita Karacristo fazia nos natais e eu esperava ansiosa por eles.
Uma especialidade na cozinha: Pratos árabes.
Prazer: Preparar a refeição da minha família.
Segredo para uma boa comida: Fazer com amor, dedicação e capricho.
Uma lição que recebeu desde pequena e carrega para a vida: Honestidade e respeito. Herança que recebi de meus pais.