Um homem de 44 anos, morador no bairro Abílio Mendes, em Araçatuba (SP), foi preso em flagrante acusado de agredir a cunhada dele, que estava com um bebê de 1 ano no colo. A criança foi jogada do colo da mãe e os dois ficaram feridos. A mulher estaria embriagada.
Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu na rua Rondônia, por volta das 19h30. Policiais militares foram informados de uma ocorrência de violência doméstica e encontraram a mulher de 33 anos na frente da casa dela.
Ela estava ensanguentada, com diversos ferimentos no rosto, e o bebê estava no colo de uma vizinha. A criança tinha marcas de sangue e um inchaço na testa.
O acusado tentou fugir com a chegada das equipes da Polícia Militar, mas foi detido. De acordo com a polícia, vizinhos confirmaram que o investigado estava agredindo a vítima e só parou com a chegada das viaturas.
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A mulher contou à polícia que estava na rua, voltando da casa de familiares, quando começou a discutir com o cunhado dela, que durante a briga passou a agredi-la fisicamente. Em conversa com familiares, os policiais foram informados que o companheiro da vítima está preso e atualmente ela está se relacionado com o cunhado, acusado das agressões.
Testemunhas relataram à polícia que a mulher estava embriagada com o bebê no colo, e quando passou a ser agredida, o acusado empurrou a criança do colo dela, fazendo com que ele caísse no chão. Enquanto o menino ficou caído, o casal ficou em luta corporal e vizinhos tiveram que socorrer a criança e retirá-la do local.
Ainda de acordo com a polícia, o investigado não quis dar a versão dele sobre o que motivou as agressões. Ele também aparentava estar embriagado, resistiu à prisão e teve que ser algemado.
Antes de ser apresentado na delegacia ele passou oi atendimento médico no pronto-socorro. O delegado que presidiu a ocorrência decidiu pela prisão em flagrante, sem direito a fiança.
Internado
Consta no boletim de ocorrência que o bebê ficou internado em observação e um conselheiro tutelar acompanhou o atendimento prestado à criança. A mãe dele foi liberada após receber sutura nos ferimentos e ser medicada. Ela requereu as medidas protetivas de urgência previstas na lei Maria da Penha.
