Prioridade de investimento nas áreas sociais; austeridade na gestão dos recursos públicos; modernização na ação governamental; manutenção e modernização da educação básica; melhora na mobilidade urbana; e aprimoramento no atendimento à saúde.
Esses são os objetivos estratégicos previstos no projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para o exercício de 2023, aprovado pela Câmara. A matéria, de autoria do Executivo, foi o único item da Ordem do Dia da sessão desta segunda-feira (27), a última antes do recesso parlamentar do mês de julho.
A LDO estabelece as metas e as prioridades da administração municipal para o ano seguinte, traçando as normas para a elaboração da LOA (Lei Orçamentária Anual), a gestão da dívida pública e a captação de recursos, com base nas estratégias e diretrizes contidas no PPA (Plano Plurianual) e na Lei de Responsabilidade Fiscal.
O projeto não recebeu emendas parlamentares e foi aprovado por 12 votos favoráveis. Apenas o vereador Arlindo Araújo (MDB) discutiu o projeto e votou contra a propositura.
Segundo o vereador, a LDO indica como e onde o prefeito (Dilador Borges – PSDB) pretende gastar o dinheiro do município, de forma genérica. “Ele (prefeito) já tem seis anos e uma história que permite contextualizar o que ele estabeleceu e o que ele fez”, explicou Arlindo, sobre seu voto. “Ele tem um passado que não me credencia a acreditar nos objetivos estratégicos dele”, completou.
