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Conheça a barbergirl três-lagoense que começou na profissão aos 14 anos

Hoje, aos 18 anos, Carol Veroneze é conhecida pelo seu talento em cortes de cabelo masculino

Hojemais Três Lagoas - Guta Rufino
27/04/21 às 06h50
Arquivo Pessoal

Carolina Veroneze Costa Bento tinha 14 anos quando cortou pela primeira vez o cabelo do pai, o barbeiro Luciano Alberto Bento, 45, a pedido e orientação passo a passo feita por ele. Depois disso ela se familiarizou com as tesouras, as maquininhas e a navalha. Hoje, aos 18 anos, a jovem tem uma carreira consolidada como barbergirl em Três Lagoas, atuando ao lado do pai, na barbearia da família.

“A profissão aconteceu de forma natural na minha vida. Eu não fui um adolescente padrão. Tinha meus amigos, mas eu era mais responsável e curiosa para aprender coisas novas e me desenvolver pessoalmente e profissionalmente. Depois do primeiro corte que eu fiz no cabelo do meu pai, nunca mais paramos e sempre eu cortava o cabelo dele. Quando ele abriu uma turma em 2017 para dar curso, eu o ajudava e acabava observando muito do que estava ensinando. Eu dava um suporte para ele e também aprendia o que ele estava ensinando aos futuros barbeiros. Quando tive a oportunidade de treinar nos modelos das aulas, não pensei duas vezes. Só fui. De lá para cá eu não parei mais de cortar cabelo”, contou Carol – como é conhecida pelos clientes e amigos.

E essa paixão por trabalhar com cabelo, Carol não herdou apenas do pai, que foi um dos pioneiros em inaugurar uma barbearia no estilo retrô em Três Lagoas - em 2016 -, a Barbearia Avenida. O avô paterno dela também foi barbeiro – com quem o pai de Carol também descobriu o talento com a mesma idade que a filha, aos 14 anos -, além de tios, primos, até mesmo sua mãe, que apesar de não atuar, fez curso de cabeleireira e sempre apoiou os sonhos e empreitadas da filha, que conciliava os estudos na escola, já trabalhava desde novinha, e hoje é uma profissional reconhecida pelo seu talento.

E assim como nem tudo são flores, Carol conta sobre os desafios de ser uma Barbergirl. “Existe preconceito e eu senti ele de forma cruel, com olhas de julgamento de muitos que entravam na barbearia e não davam confiança nem credibilidade ao meu trabalho. Na verdade, não me davam nem a oportunidade de mostrar do que eu era capaz. Mas com o tempo eu fui superando isso e a cada corte que eu fazia eu aperfeiçoava minha técnica e fazia registros de fotos para divulgar meu trabalho. Eu não desisti e hoje sou muito feliz da escolha que fiz”, concluiu.

Enquanto a maioria dos adolescentes com a idade que a Carol tinha quando começou a trabalhar, estavam pensando apenas em diversão, a mocinha já projetava seu futuro, se divertindo e assumindo uma nova responsabilidade. A barbergirl concluiu os estudos e atualmente planeja continuar na profissão se especializando e aperfeiçoando ainda mais seus atendimentos.

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