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Ministério da Saúde inicia distribuição de testes rápidos para dengue em MS

Mato Grosso do Sul receberá 41.775 testes rápidos.

Da Redação
21/01/25 às 08h07
(Foto: Divulgação)

O Ministério da Saúde anunciou a distribuição de 6,5 milhões de testes rápidos para diagnóstico da dengue em todo o país. É a primeira vez que o órgão disponibiliza este tipo de teste, que promete facilitar a detecção precoce da doença, especialmente em localidades com difícil acesso a serviços laboratoriais. 

Mato Grosso do Sul receberá 41.775 testes rápidos. A distribuição foi definida com base na proporção de notificações de casos suspeitos de dengue entre as semanas epidemiológicas 27/2024 e 02/2025. Nesse período, o estado registrou 8.461 notificações. 

O investimento total para aquisição e distribuição dos testes foi de R$ 17,3 milhões. A primeira remessa, de 4,5 milhões de unidades, começará a ser entregue na próxima semana, enquanto os dois milhões restantes serão mantidos como estoque estratégico para emergências. 

O teste rápido se junta a outras duas opções disponíveis no SUS para identificar a dengue: os exames de biologia molecular e os sorológicos, que são realizados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen). Diferente desses, o novo teste é capaz de detectar o vírus, mas não identifica o sorotipo. Ele estará disponível em Unidades Básicas de Saúde, conforme a gestão local definir. 

Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, destaca que, apesar de ampliar o acesso ao diagnóstico, o teste rápido não substitui a coleta de amostras laboratoriais, fundamentais para a vigilância epidemiológica. "É uma ferramenta que complementa as estratégias de controle, mas é crucial continuar monitorando a circulação dos sorotipos da dengue e outras arboviroses, como zika e chikungunya", explicou. 

O número de diagnósticos de dengue aumentou 76,4% em 2024 em comparação a 2023. Foram realizados 1.373.536 diagnósticos em 2024, frente a 778.422 no ano anterior. 

A secretária reforça que o uso do teste rápido deve ser aliado às ações de controle do vetor, vacinação e monitoramento. "Precisamos continuar seguindo os protocolos de coleta e envio de amostras para garantir informações precisas sobre a circulação dos sorotipos em cada região", concluiu.  

As informações são do Ministério da Saúde.

 

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