O plantio é fruto de compensação ambiental de uma obra licenciada pelo IBAMA, no caso o Sistema de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), o qual está vinculado ao Ministério da Defesa.
Para o fiscal ambiental da SEMEA, Flávio Fardin, a Segunda Lagoa já começa a perder o aspecto de abandono, devido aos trabalhos realizados e a luta para a recuperação da qualidade ambiental da região.
“Cabe lembrar que a região das lagoas está sob um regime especial de proteção. A área foi transformada em uma Unidade de Conservação (UC) pelo Decreto Municipal nº 188 de 13 de dezembro de 2016. O IBAMA aprovou a destinação do projeto de plantio compensatório do SISFRON justamente pelo fato da área ser uma UC, caso não fosse, o projeto seria destinado para outros locais do Estado”, disse.
A compensação consiste na recuperação de 8,4 hectares de vegetação nativa, executada pela empresa Casa da Floresta Assessoria Ambiental e o projeto será custeado pelo SISFRON. Em contrapartida, o Município realizou a limpeza da área para que seja realizado o plantio, o qual está previsto para outubro, e fiscalizará o trabalho.
“Estaremos dando apoio e fiscalizando ao projeto, mesmo porque a Segunda Lagoa é nosso patrimônio e está incluída na Unidade de Conservação Monumento Natural das Lagoas; o projeto do SISFRON vem ao encontro das iniciativas de recuperação previstas para a região” complementou o Fiscal Ambiental Flávio Fardin.
“Estaremos dando apoio e fiscalizando ao projeto, mesmo porque a Segunda Lagoa é nosso patrimônio e está incluída na unidade de conservação Monumento Natural das Lagoas; o projeto do SISFRON vem ao encontro das iniciativas de recuperação previstas para a região” concluiu.
