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Sistema de trincheiras para enterrar vítimas da Covid-19 foi adotado no Brasil

Conforme o boletim de terça-feira (21), Manaus já registrava 163 mortes por Covid-19

Beatriz Benedeti - Hojemais Três Lagoas
22/04/20 às 15h34
(Reprodução/G1)

Após a Prefeitura de Manaus a instalação de contêineres frigoríficos no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, eles anunciaram nesta terça-feira, 21 de abril, que está fazendo valas comuns, chamadas pelo órgão de trincheiras, para enterrar vítimas da Covid-19 no local. 

Conforme o boletim de terça-feira (21), Manaus já registrava 163 mortes por Covid-19. No estado, o número de casos confirmados chegou a 2.270, com 193 mortes no total.

O rápido aumento de mortes no estado devido ao novo coronavírus, causou a abertura de dezenas de covas no mesmo cemitério, desde sexta-feira, 17 de abril. 

De acordo com informações da prefeitura, desde março, houve um acréscimo de aproximadamente 50% na demanda. Os cartórios da capital tiveram que estender o regime de plantão para atender a demanda de registro de óbito.

Nesta terça-feira (20), a Prefeitura de Manaus informou, por meio de nota, que por conta do aumento no número de sepultamentos, a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) adotou o sistema de trincheiras para realizar o enterro das vítimas do novo coronavírus.

"A metodologia, já utilizada em outros países, preserva a identidade dos corpos e os laços familiares, com o distanciamento entre os caixões e com a identificação das sepulturas. A medida foi necessária para atender a demanda de sepultamentos na capital", disse a nota.

*Com informações do G1

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