Segundo dados divulgados pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar), estudo feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Mato Grosso do Sul registrou uma queda na taxa de desocupação, ocupando a 3ª menor taxa do país, com 3,3%.
Durante o quarto trimestre de 2022, houve um grande recuo de 1.8 pontos percentuais no número de pessoas sem ocupação. Conforme informações do Governo do Estado, MS encontra-se atrás apenas de Santa Catarina, que possui taxa de 3,2%, e de Rondônia com 3.1%.
O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, considera o resultado como situação de pleno emprego. O Estado saltou da 5ª colocação para a 3ª em questão de três meses, reduzindo um terço do desemprego na região. Em três meses, 25 mil pessoas foram empregadas.
Taxa de desocupação
A taxa de desocupação se refere as pessoas que não estão incluídas no mercado de trabalho, por diversas razões e motivos. O cálculo para esse índice é feito com base no número de pessoas aptas ao trabalho, chamado de População Economicamente Ativa.
Três Lagoas
O município ganhou destaque nos últimos dias pela sua geração de emprego. De acordo com estudo realizado pela LCA Consultoria Econômica, empresa responsável pelo estudo utilizado pelo telejornal, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), Três Lagoas é a 5ª cidade com mais de 100 mil habitantes que mais gerou empregos.
A cidade fechou 2022 com saldo de 4.248 vagas criadas, uma média de 35 vagas por habitantes. O estudo aponta que 41,5% dessas vagas vieram do setor de serviços, mas, proporcionalmente, chama a atenção a agropecuária (28,4%), construção (13,8%), comércio com 8,8% e indústria com o restante (7,5%).