O atleta veterano Luciano Rondon, que também é árbitro aspirante a internacional conversou com a equipe do Hojemais para nos contar como, após tantos anos de judô, está vivendo esse novo momento.
Em 2020 ele completa 32 anos de judô. Quando tinha 8 anos queria fazer karatê, mas “meu pai foi e fez a matrícula no judô achando que era karatê. Fiz a primeira aula de judô e não parei”, disse. Hoje ele é faixa preta 2° Dan, formado no Rocha/Rádio Clube de Campo Grande.
Sobre o novo formato de treino e competição o judoca nos contou: “judô é uma modalidade esportiva que é 100% contato. O judô funcional foi desenvolvido para que nós veteranos não ficássemos parados totalmente, a partir daí foi proposto para as outras categorias. E já está sendo um sucesso”.
Para essa nova competição, os judocas, cada um na sua casa, deverão executar movimentos de golpes característicos da modalidade e exercícios físicos, que serão avaliados por uma comissão de árbitros, sob coordenação do departamento de arbitragem da Federação. As disputas serão nas classes sub-13, sub-15, sub-18, sub-21, sênior e veteranos, nas categorias de peso leve e pesado, nos gêneros masculino e feminino.
Conforme o regulamento, será vencedor o atleta que realizar o maior número de repetições válidas dentro do tempo de cada classe. Em caso de empate no tempo regular, haverá tempo extra (Golden Score), até que se tenha um campeão.
