A coordenadora do movimento LGBT de Três Lagoas, Paulinha Martinelly, esteve presente na Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada na última terça-feira (26), para reivindicar direitos à comunidade LGBT e atendimento igualitário no Sistema Único de Saúde (SUS) às pessoas transexuais e travestis.
Paulinha deu atenção à endocrinologia e ambulatório transexual, destinados a um público social minoria que necessita de atendimento humanizado.
“Foram abordados temas bem como o respeito ao nome social e atenção em parâmetros aos cuidados ao público transgênero tanto no convívio social, trabalhista, saúde, segurança cultural. Sou travesti e não sou um homem de saia”, diz um trecho da publicação.
A coordenadora ainda destaca que foram cobradas políticas públicas à classe LGBT, que sofre discriminação pela falta de visibilidade.
“Estou resgatando nossa dignidade para nossa inclusão sem sofrer repúdio por parte da sociedade transfóbica. Trago a visibilidade porque estamos cansadas dos descasos e do fundamentalismo alienado a um coronelismo, machismo e imposição conservadora e normativa”, afirma.