Foi anunciado nesta quinta-feira, 4º dia da greve dos caminhoneiros, um acordo entre Governo e os manifestantes, para suspender paralisação por 15 dias, após sete horas de reunião.
A reunião contou com entidades como Fetrabens, CNTA, Unicam, Sinaceg, CNT, NTU e Federação dos Transportadores Autônomos de Carga, além de Padilha e do ministro dos Transportes, Valter Casimiro, e do general Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Mas, a Abcam (Associação dos Caminhoneiros), disse que manterá o movimento e que não concorda com a política do governo. A associação, que representa 700 mil caminhoneiros, quer continuar com a manifestação.
A greve vem causando grande impacto, com grandes filas em postos de combustíveis, paralisação de setores que utilizam automóveis, além de anunciação de alta nos preços de diversos produtos, que teriam sua exportação cessada por conta da paralisação.*Informações do G1, Folha de S.P