A greve dos caminhoneiros que estaria prevista para hoje, 1°, não foi aderida em MS.
Lideranças dos caminhoneiros autônomos transportadores de cargas convocaram motoristas para uma paralisação a partir desta segunda. Entre outras reivindicações, eles querem redução de cobrança de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o aumento e cumprimento da tabela do piso mínimo do frete, estabelecido em 2018 após a paralisação de 11 dias, modificação da redação do projeto 4199/2020, o BR do Mar, sobre cabotagem, aposentadoria especial para o setor, um marco regulatório do transporte, entre outros pedidos.
O Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgaram comunicado no qual informam que, às 9h desta segunda-feira, todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), tinham livre fluxo de veículos, não havendo nenhum ponto de retenção total ou parcial.
No Estado, onde há 200 mil caminhões registrados, o Sindicato dos Caminhoneiros já descartava paralisação massiva ontem, 31.
