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MPE-MS institui cota para indígenas ingressarem no órgão por meio de concurso público


Candidatas lactantes também poderão amamentar os filhos durante provas dos processos seletivos

Redação
22/04/22 às 15h51
Divulgação

O Ministério público de Mato Grosso do Sul divulgou nesta semana, mudanças para concursos públicos realizados pela instituição. Entre as novas regras, ficou instuída cota para índigenas e intervalos de até 30 minutos, a cada 2 horas de prova, para candidatas lactantes poderem amamentar os filhos. 

Para o procurador geral de justiça, Alesandre Magno Benites de Lacerda, a inclusão de indígenas reafirma o papel do Ministério Público de garantir os direitos sociais e constitucionais do cidadão. “Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do país e nada mais justo que o MPE-MS propor políticas afirmativas para a inclusão de indígenas como membros da Instituição”. 

A instituição já garante cotas para negros e pessoas com deficiência, para que todos tenham a chance de ingressar na carreira de membro do Parquet. A mesma decisão inclui também a exigência de participação mínima de um integrante da magistratura na composição das comissões organizadoras e bancas examinadoras dos concursos.  A nova resolução ainda permitirá, pela primeira vez, a participação de Promotores de Justiça com mais de 10 anos de carreira e 35 de idade na composição da comissão dos concursos.

 

 

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