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Nupemec inicia curso de formação de mediadores e conciliadores judiciais

A ação educacional é ministrada pela servidora do Nupemec Caroline de Araújo Ascoli Freitas, pela mediadora Cristiana Jeronimo Diniz Junqueira Mendes, e pela advogada e mediadora Fabiana Martis Jallad.

Da Redação
12/03/24 às 07h56

Por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), nesta segunda-feira, dia 11 de março, o Tribunal de Justiça iniciou o 41º Curso de Formação de Mediadores e Conciliadores Judiciais em Campo Grande.

A ação educacional é ministrada pela servidora do Nupemec Caroline de Araújo Ascoli Freitas, pela mediadora Cristiana Jeronimo Diniz Junqueira Mendes, e pela advogada e mediadora Fabiana Martis Jallad. As três formadoras possuem notável atuação e currículo na área, bem como formação em instrutoria pelo Nupemec, reconhecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).


A abertura do curso foi realizada pelo Des. Vilson Bertelli, coordenador-geral do Nupemec e da Justiça Restaurativa. O desembargador ressaltou o compromisso da atual gestão em ampliar a atuação do Nupemec e a excelência dos serviços prestados.

“A estrutura administrativa do Nupemec, um avanço da atual gestão do Des. Sérgio Fernandes Martins, contribui sobremaneira para o alcance dos propósitos pretendidos. Os senhores e as senhoras, futuros mediadores e conciliadores judiciais, terão importante papel nesse sentido após concluírem os módulos teóricos e práticos dessa formação”, frisou o Des. Vilson Bertelli.

O curso tem por objetivos principais a transmissão de informações teóricas sobre a conciliação e a mediação e a realização de vivências práticas, para proporcionar a aquisição de conhecimento e a experiência em situações da realidade, o que torna os novos mediadores e conciliadores plenamente aptos ao exercício de seu ofício. Ao terem formação pormenorizada sobre as técnicas de autocomposição em curso com enfoque em metodologias ativas, todos estarão habilitados para conduzir sessões de mediação e conciliação judiciais.

Ao fim de 40 horas do módulo teórico da ação formativa, que se estende até o dia 15 de março, os participantes darão início ao estágio supervisionado de 60 horas, atendendo, assim, o conteúdo programático consagrado na Resolução CNJ nº 125/2010, o Regulamento das Ações de Capacitação e do Banco de Dados da Política de Tratamento Adequado de Conflitos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e as diretrizes pedagógicas da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).

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