Saúde, educação e segurança pública são as áreas que a população espera uma atenção maior do futuro governador Reinaldo Azambuja. Além de ansiarem por uma administração transparente e livre de corrupção.
É o que revelaram eleitores ouvidos pelo Hojemais. Praticamente todos os entrevistados demonstraram confiança de que o tucano realizará um bom mandato, como, por exemplo, Ivanderson Nascimento, esposo da presidente do PT local. “Desejo para ele boa sorte, e que governe para todos”, disse, apontando a saúde e a segurança como os setores mais carentes.
“Espero que ele coloque assessores capacitados e que atenda aos anseios do povo e que realmente se comprometa com as políticas públicas”, disse Cristina Ferreira.
Um dos poucos que disse não ter boas expectativas, Saylon Cristiano avalia que é necessário estruturar melhor o atendimento à saúde pública, principalmente nas grandes cidades, “além de continuar investindo na educação tal qual o atual o governador investiu; criar um plano de desenvolvimento para o estado através de uma infraestrutura que atenda os municípios de acordo com a necessidade local, pavimentando as estradas vicinais estaduais”.
Já as expectativas de Geilson Lima são as melhores possíveis. “Espero que ele faça o Estado crescer novamente e que dê uma atenção especial à saúde e à educação”, ajuíza.
Embora esteja residindo há 15 anos em MT, Jair Fernandes está constantemente em Três Lagoas, onde têm familiares, e espera o melhor para sua terra natal. “Com relação a Três lagoas, quero que haja continuação de todo o processo de industrialização e geração de emprego e renda e que os recursos destinados a nossa região possam ser aplicados e fiscalizados”, afirmou, completando que “é mais do que sabido que nossa grande mal é a corrupção”. Ele cobra ainda melhorias na saúde pública e na segurança, considerando que a cidade é muito violenta.
DESCONFIANÇA
diz desconfiar de algumas propostas de Azambuja. “Na educação, por exemplo Jackeline Valentin, ele quer implantar a meritocracia, mas já vimos em São Paulo como esse regime de méritos é péssimo para o professor e para a educação de modo geral, pois os alunos que deveriam reprovar, não reprovam para que o professor receba prêmios no salário e para que os índices educacionais se elevem sem que haja melhora verdadeira”.
Jackeline ainda reclama que ele não prioriza os pequenos produtos agrícolas e nem os sem terra. No caso de Três Lagoas, considera que o que falta é o combate verdadeiro à corrupção. “Sem falar que tem político que finge trabalhar. Isso tem que acabar”, finaliza.