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Diógenes rebate infidelidade apontada por Eduardo Rocha

Diretor explica o que aconteceu , garantindo que nunca foi infiel

Hojemais - João Maria
29/08/15 às 11h13

Na edição impressa desta quinta-feira (27), o Jornal Hojemais publicou reportagem em que o presidente do PMDB de Três Lagoas, deputado estadual Eduardo Rocha, diz ter convidado o filiado Diógenes Marques a deixar o partido para não ter de expulsá-lo por infidelidade partidária. 

Diógenes – que é diretor de Indústria e Comércio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – estaria convidando peemedebistas para deixarem o partido e filiarem-se ao PSDB, que é presidido pelo, também deputado estadual, Angelo Guerreiro. 

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Por meio de seu perfil no Facebook, o diretor confirma que foi pressionado a deixar o PMDB, mas nega que estivesse tentando persuadir peemedebistas a deixarem o partido. Por meio de Nota de Esclarecimento, Diógenes explica o que realmente aconteceu, garantindo que nunca foi infiel. 

Dizendo-se extremamente chateado, Diógenes considerou gravíssimas e inverídicas as acusações do deputado, principalmente, depois que o Mí do Santa Luzia, que foi apontado por Eduardo Rocha como quem teria sido procurado por Diógenes a migrar para o PSDB, ter comentado na postagem de Diógenes que seu nome estaria sendo usado indevidamente. Esta postagem, porém, parece ter sido excluída, já que não pôde mais ser localizada no final da tarde de ontem.

“Se tem um companheiro insatisfeito que procure ele para conversar, disse Diógenes”, afirmando que, caso tivesse feito todas as coisas das quais foi acusado jamais iria contestar Eduardo. 

Diógenes também afirma que já havia decidido deixar o partido quando foi procurado pelo deputado e que está restando apenas a entrega do pedido de desfiliação, “que já tenho programado para o início de setembro”.

Ele nega ainda que o cargo que ocupa tenha sido indicado pelo PMDB, mas diz que foi convidado pelo ex-secretário Marco Garcia de Souza, em comum acordo com a prefeita Márcia Moura. E ainda reclama que nunca lhe deram espaço, além das perseguições e retaliações que diz ter sofrido. “Acredito que se enganaram ou subestimaram ao pensar que eu seria mais um a ficar quieto frente à insatisfação”, completa.

Independentemente do que tenha ocorrido, Eduardo Rocha confirma que não quer mais o diretor no PMDB.

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