Com a aposentadoria de Jerson Domingos (PMDB) e de Londres Machado (PR) não existe um deputado favorito para presidência da Assembleia Legislativa. Com seis deputados, os peemedebistas entendem que o partido deve ficar com o cargo por ter a maior bancada e prometem brigar para marcar posição.
“É uma tradição da Casa. Quem tem a maior bancada de deputados é o PMDB. Acho que a presidência tem que ficar entre Maurício Picarelli (PMDB), Junior Mochi (PMDB), Eduardo Rocha (PMDB) e Marquinhos Trad (PMDB), que são deputados reeleitos”, opinou Carlos Marun (PMDB).
Em entrevista a um site da Capital, o três-lagoense, líder do PMDB na Assembleia, Eduardo Rocha, concorda com a tese de Marun e explica que o partido tem, no mínimo, 10 deputados que apóiam o partido na briga pela presidência. Ele não foi localizado pelo hoje para confirmar se disputa ou não o cargo.
A coligação de Delcídio do Amaral (PT) elegeu nove deputados e não teria maioria para eleger um presidente. O mesmo acontece com Reinaldo Azambuja (PSDB), que conseguiu eleger cinco na coligação. Eles só conseguiriam chegar à presidência se contassem com o apoio um do outro, o que dificilmente deve acontecer frente a disputa quente no segundo turno.