Único três-lagoense com cadeira na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Rocha (PMDB) espera reduzir os seus gastos com a campanha eleitoral deste ano. Nas eleições passadas, quando foi eleito pela primeira vez, investiu em torno de R$ 1,1 milhão. Para este ano, espera reduzir esse valor para menos de R$ 1 milhão. Além de investimentos próprios, ele disse que os recursos para sua campanha virão de familiares, amigos e dos candidatos que forem apoiar como, por exemplo, os deputados estaduais, senador e governador.
A expectativa de reduzir os gastos na campanha deste ano, segundo Eduardo, é porque agora ele está muito mais conhecido em todo o Estado, em comparação com a sua primeira campanha. “Hoje eu tenho serviços prestados em grande parte dos municípios, para onde direcionei emendas parlamentares”, explicou.
Para se ter uma ideia, Rocha dobrou a sua base eleitoral em relação 2010. Na campanha daquele ano ele recebeu apoio de 14 municípios. Para esta, diz que conta com estrutura de prefeitos e vereadores em 29 municípios. Fora de Três Lagoas, as suas principais bases são Campo Grande e Paranaíba. Neste último município, tem o apoio do prefeito e da metade dos vereadores. Outros prefeitos que apoiam o deputado são os de Aparecida do Taboado, Paranaíba, Selvíria, Costa Rica, Paraíso das Águas, São Gabriel do Oeste, Jatei, Vicentina e Gloria de Dourados.
OUTROS CANDIDATOS
De acordo com site da Capital, a maioria dos deputados estaduais que buscam a reeleição ainda não calculou quanto pretende gastar na campanha. Amarildo Cruz (PT) disse que sua campanha será “pé de chinelo”. Outro petista, Pedro Kemp disse que não tem previsão e que aguarda uma discussão com o partido para definir suas despesas. Laerte Tetila (PT) também pretende gastar pouco até pelo seu eleitorado que são os indígenas e sem terra. A tucana Dione Hashioka afirmou que suas campanhas são sempre econômicas. Ela ainda aguarda a definição da coligação.
Entre os que revelaram os valores que pretendem investir, está Maurício Picarrelli (PMDB) que estima gastar R$ 150 mil. O petista Cabo Almi pretende gastar em trono de R$ 300 mil e Júnior Mochi (PMDB) espera repetir o gasto de R$ 800 mil da última campanha.