Estamos a menos de 20 dias das eleições, que serão realizadas no dia 5 de outubro próximo, quando 72.744 três-lagoenses terão missão de escolher os seus representantes em nível nacional (Presidente da República e senador) e estadual (governador, deputado federal e deputado estadual).
Aparentemente, votar é apenas apertar o botão da urna eletrônica. Mas, a maioria dos eleitores entrevistados pelo Hojemais mostra que a tarefa é bem mais complexa quando se leva a sério este ato de cidadania. Assim, antes de votar, analisam inúmeros critérios que envolvem os candidatos. Na hora de decidir pelo voto, as principais observações são a vida pregressa e a honestidade dos postulantes, conforme frisou, por exemplo, Paulo Barbosa.
“Se for analisar o passado, tem uns que deveriam estar é presos, mas eu procuro ver sim o que já fizeram pela cidade”, relata uma servidora pública que preferiu não se identificar. Ela afirma que também costuma analisar a vida particular do candidato, “porque uma porque uma pessoa que não valoriza a família, não cuida da sua casa, não tem como valorizar a sociedade”. Além do mais, diz que pede orientação a Deus para não errar. E finaliza afirmando que no momento do voto pesam também a honestidade e o caráter do candidato.
O eleitor Robson Ruiz aponta que antes votar analisa o passado do candidato (se é ficha limpa ou não), suas propostas, trabalho realizado e honestidade, além da sua vida particular. “A princípio, acredito que esses são os requisitos básicos”, pontuou.
“Eu, por exemplo, observo muito o passado do candidato e o que ele faz ou fez em prol da população, do estado ou do município em geral; e também a proposta que ele tem em mente”, responde Claudionor Bernardo Teodoro, que ainda destaca: “sabendo também que quase todas as propostas não são cumpridas por que não temos muita chance de cobrar”.
Curto e grosso em sua resposta, Edson Seki Júnior diz que leva em conta o trabalho realizado e a proposta do candidato.
“Eu sempre escolho meus candidatos depois de conhecer suas propostas, sua vida particular, se é correto com seus amigos e com sua família, por isso eu procuro sempre estar perto e participar ativamente das eleições, acompanhando e assistindo o horário eleitoral”, afirmou Glaucielle Batista Sobrinho que gosta também de ir a comícios, e reuniões. “Conhecendo o candidato eu posso cobrar o cumprimento das propostas”, pondera e conclui: “até hoje não me arrependi dos meus votos”.