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Jorginho do Gás pede perdão aos três-lagoenses por "erro" cometido no passado

Confira esta e outras notas apimentadas sobre a cidade e região

Hojemais - João Maria Vicente
23/09/14 às 16h22
“Errei, e peço perdão por votar na Sanesul”, diz vereador (Divulgação)

Como já é de praxe, a sessão da Câmara desta terça foi marcada por críticas à Sanesul. O momento mais marcante foi a “mea culpa” do presidente Jorginho do Gás (PSDB), que pediu perdão à população por ter autorizado a renovação do contrato do município com a estatal por mais 30 anos. “Errei, e peço perdão por votar na Sanesul; errei por confiar na Márcia e na Simone [em relação à Sanesul]”, disse, alertando os colegas a que tomem cuidado para não serem enganados.

BOSTEIRO

Referindo-se à “famigerada” Sanesul, o líder da prefeita Antônio Rialino (PMDB) reclamou da falta de água e do “bosteiro” que o esgoto gera na cidade. Ainda tirou uma casquinha no presidente afastado José Carlos Barbosa, que concorre à deputado estadual com o nome de “Barbosinha”, segundo ele, tentando se desvincular da empresa. ”Porque ele não usa o nome José Carlos da Sanesul?”, questionou.

ESCLARECENDO

Só para esclarecer, desde 2012 a Justiça Eleitoral proíbe o uso de nomes vinculados às autarquias e fundações públicas por aqueles que vão concorrer a cargos eletivos. No caso de Três Lagoas, por exemplo, não pode constar na urna nomes como José Wilson da Caixa, entre outros.

SECRETARIA DIVIDIDA

Conforme já foi dito aqui, se a vereadora licenciada Marisa Rocha (PSB) tiver uma votação expressiva para deputada federal, ganhará de presente a Secretaria de Assistência Social pelos próximos dois anos. Especulações dão conta, porém, de que a referida secretaria poderá ser desmembrada em duas: uma de Assistência Social e outra de Cidadania e Trabalho.

DIVIDIR PARA MULTIPLICAR

A finalidade da divisão seria para não deixar desamparada a atual titular da Assistência Social, Lúcia Firmino, que é presidente do PMDB, e, com seu time rosa choque em peso, está mais que empenhada na campanha do vereador Tonhão (PMDB) para deputado federal. Ela ficaria com uma pasta e Marisa com a outra.

ARAPUCA

Nos bastidores do Poder o bochicho é que integrantes de um partido politico preparam “Casa de Caboclo” para vereador que não tem rezado na cartilha da agremiação, sobretudo nesse período eleitoral. Com carta branca para atuar, eles têm reunido documentos, inclusive gravações, que permitem um enquadramento por infidelidade partidária.

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