Ao longo desta semana, em todos os meios de comunicação do Brasil um dos principais assuntos em pauta foi os 50 anos da Revolução de 1964, comemorado no dia 31 de Março, que instituiu no Brasil a Ditatura Militar, quando as Forças Armadas do Brasil derrubaram o governo do presidente eleito democraticamente, João Goulart. O regime militar durou 21 anos, vindo terminar quando José Sarney assumiu o cargo de presidente, quando o País foi redemocratizado e teve início a Nova República. O último presidente nomeado foi João Batista de Figueiredo.
Três Lagoas, além das perseguições à subversivos, comuns em todo o território nacional, ficou marcada por ser considerada Área de Segurança Nacional, devido à sua localização estratégia, sobretudo, por abrigar a segunda maior usina Hidrelétrica do Brasil, a Souza Dias. Isto ocorreu durante a administração do prefeito Irman Ferraz Corrêa.
À exemplo da presidência da República e de todos os governadores, os prefeitos de Três Lagoas eram escolhidos pelo Governo Federal, por meio de um colégio eleitoral, que avaliava uma lista tríplice. Nesse período, os três-lagoenses tinham o direito de escolher apenas os representantes do Legislativo Municipal.
O primeiro prefeito nomeado foi Hélio Congro, exercendo o cargo entre fevereiro de 1973 a maio de 1975. O último foi José Pedro Batiston (Abril a dezembro de 1985). Nesse meio tempo, ocuparam a prefeitura, também por indicação, Ramez Tebet, Altair Cabral Trannin, que era presidente da Câmara e substituiu Ramez para que este concorresse a uma cadeira na Assembleia Legislativa; Lúcio Queiróz Moreira e José Lopes.
O primeiro prefeito eleito após a abertura democrática foi Antônio João Campos de Carvalho.