Pelo menos quatro empresas, entre elas duas estrangeiras, reforçam a frente de obras para darem agilidade e garantirem a conclusão do Aquário do Pantanal até outubro deste ano. A divisão de funções se dá, também, diante de detalhes complexos que o empreendimento exige.
Vencedora da licitação de R$ 100 milhões, a Egelte Engenharia Ltda vem contratando as auxiliares. “É uma obra de alto nível de detalhamento; a Egelte não tem todas as especialidades e vem compartilhando as tarefas com outras empresas”, disse o chefe da Semac (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia), Carlos Alberto Negreiros Said Menezes. “Isso é normal em um empreendimento complexo igual o Aquário”, emendou.
Nesta semana, por exemplo, a equipe da Egelte vem dividindo tarefas com funcionários da Proteco Construções Ltda. Uma empresa portuguesa também foi contratada para providenciar a cobertura metálica. Duas estruturas, que dão forma à elipse do Aquário, foram instaladas em fevereiro.
Um guindaste com capacidade para erguer 100 toneladas veio de São Paulo para fazer o trabalho. Também estão na Capital as placas de acrílico, fabricadas no Colorado (EUA), com 11 toneladas cada e 32 centímetros de espessura.
A altura das peças é de seis metros e largura de nove. Foram necessários 67 dias para transportar a estrutura, por via marítima e terrestre. O material, orçado em R$ 5 milhões, será instalado na área central e auditório do empreendimento.
Da Espanha, segundo o titular da Semac, foi contratada empresa para realizar obras no chamado suporte à vida. Caberá a ela, por exemplo, instalar a rede de água nos aquários.