Fundado em 1.991, o assentamento Santa Rita, considerado o mais antigo do município de Santa Rita do Pardo, enfrenta há mais de 20 anos o mesmo problema: a dificuldade burocrática na emissão de títulos dos 48 lotes ocupados pelas famílias agrícolas, que vivem no local desde a sua criação.
Comprometida em resolver questões que atrapalham o fortalecimento da agricultura familiar de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado e a Agência de Desenvolvimento e Extensão Rural (Agraer) participou na última sexta-feira (21), por intermédio do Prefeito Cacildo Dagno e do vice prefeito, José Milton, de uma reunião com os produtores rurais assentados.
O encontro, realizado nas dependências do próprio assentamento e teve a finalidade de reunir autoridades do Estado, prefeitura, governo Federal e trabalhadores rurais, afim de ouvir todas as partes envolvidas na questão para que medidas sejam tomadas afim de solucionar o problema. “Vamos tentar resolver essa situação no menor tempo possível. Só dar a terra não resolve, temos que documentar. Por isso estamos aqui, porque é desejo do atual governo do Estado regularizar esse assentamento”, afirmou o diretor-presidente da Agraer, Enelvo Felini.
O assentamento Santa Rita possui uma área total de 1.500 hectares, sendo dividida em 48 pequenas propriedades com cerca de 32 hectares cada.
A discussão fundiária da comunidade agrícola também contou com a presença do prefeito do Município, Cacildo Dagno, o vice-prefeito, José Milton, o delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA/MS), Gerson Faccina, o coordenador regional da Agraer de Três Lagoas, José Américo Boscaine, o coordenador municipal da Agraer de Santa Rita do Pardo, André Luiz Silva, vereadores, autoridades locais.