O governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB) apresentou na tarde desta segunda-feira, dia 10 de novembro, 15 nomes para a transição de governo. O atual chefe do Poder Executivo Estadual André Puccinelli (PMDB) reiterou os quatro nomes que já havia publicado em Diário Oficial para a transição de governo. Na equipe de Reinaldo estão contemplados a vice-governadora eleita Rosiane Modesto (PSDB), vários políticos tucanos com e sem mandato, nomes ligados ao setor produtivo e um procurador de Justiça.
A equipe de Reinaldo será coordenada por Ednei Marcelo Migliorini. Ele e Rose terão a companhia de Ademar Silva Junior (ex-presidente da Famasul), Alessandro Menezes de Souza (diretor-presidente do Instituto Municipal de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Campo Grande), Athayde Nery de Freitas Júnior (ex-vereador pelo PPS), Carlos Alberto de Assis (presidente municipal do PSDB), Eduardo Correa Riedel (presidente da Famasul), Felipe Mattos (advogado), João Bosco de Castro Martins (jornalista), Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, Márcio Monteiro (deputado estadual e presidente regional do PSDB), Maria Cecília Amêndola da Mota (ex-secretária de Educação da Capital), Nelson Barbosa Tavares (médico), Sérgio de Paula (ex-chefe do gabinete de Azambuja em Brasília e coordenador da campanha eleitoral) e Sílvio César Maluf (procurador de Justiça).
Já Puccinelli indicou para a transição: Thie Higuchi (Secretária de Administração), Carlos Roberto Demarchi (consultor legislativo), Nelson Tsushima (Diretor-geral de Orçamento da Secretaria de Meio Ambiente) e André Luiz Cance (Secretário Adjunto de Fazenda).
Durante entrevista coletiva, logo após reunião com Puccinelli, Azambuja esclareceu que nenhum dos nomes que aparece na equipe de transição está garantido no comando de qualquer secretaria. Porém, nenhum nome está descartado. Conforme Azambuja, o grupo recolherá informações sobre o funcionamento da máquina pública. Caberá aos participantes da transição levantar informações sobre cargos, contratos, fornecedores, licitações e outros pontos. “Queremos saber, por exemplo, se o contrato de combustíveis vai abastecer ou não os veículos oficiais a partir de 1º de janeiro.
Precisamos ter todas as informações sobre prazo de vigência de contratos para não sermos pegos de surpresa”, explicou Azambuja. Os trabalhos começam imediatamente. Puccinelli não falou com a imprensa.