Como senadora por Mato Grosso do Sul, Simone Tebet (PMDB) anunciou que vai trabalhar principalmente para ampliar de quatro para seis meses a licença maternidade das mães agricultoras. “Quero garantir para nossas mulheres que trabalham na zona rural, o mesmo direito à licença maternidade de seis meses que só recentemente a mulher servidora conseguiu. Entre tantos direitos e conquistas, há muito ainda por se fazer”, afirmou Simone Tebet durante um encontro que contou com a presença de mais de mil pessoas, entre elas, servidores públicos, na noite desta quarta-feira (10), na Associação Nipo Brasileira.
Simone explicou que no Senado quer estar defendendo os direitos adquiridos principalmente para os servidores. “Enquanto for senadora ninguém vai mexer ou tirar os direitos do Estatuto dos Servidores deste país. Aliás, vamos garantir que estes adquiridos sejam cedidos para muito mais gente. Fui servidora pública por seis anos na Assembleia Legislativa e comecei a dar valor para aqueles que são os verdadeiros sustentáculos de qualquer órgão ou poder. Se eu virar senadora vou honrar cada servidor desse Estado”, salientou.
Desenvolvimento no campo
Esses são alguns dos projetos que Simone quer defender no Senado. No programa eleitoral de TV exibido na noite de ontem (10), a ampliação da licença maternidade para mulheres da zona rural foi um assunto destacado pela candidata.
Conforme Simone, a terra de Mato Grosso do Sul é cheia de oportunidades e famílias inteiras tiram seu sustento do campo. Como prefeita de Três Lagoas e vice-governadora ela ajudou o agricultor familiar. Na prefeitura, Simone levou a escola rural para perto dos filhos dos pequenos agricultores. Já no governo do Estado ajudou a dar um lar para as famílias que vivem do campo. São cinco mil famílias que receberam uma casa nova e outras nove mil vão ganhar até o final do ano.
“Eu sei do esforço diário das 70 mil famílias que vivem da agricultura familiar no nosso Estado. No Senado vou trabalhar para baixar o custo da produção, garantir empréstimo com juros ainda mais baixos, levar cursos profissionalizantes, mais casas e mais escolas para a nossa zona rural. Acredito na força da agricultura familiar e da importância do campo para Mato Grosso do Sul”, ressaltou Simone.
Uma notícia que agrada para quem nasceu e hoje vive no campo, como o produtor rural Celso da Silva. Ele explica que trabalhar na zona rural é uma atividade satisfatória. “Não tem estresse do dia a dia e tudo que você compra na cidade vem do campo. Se não fosse o campo, a cidade ia parar. Na alimentação das pessoas quem mais produz são os pequenos produtores. Leite, verdura, até a própria carne, de frango, de porco”, comentou.