Disparou nas bolsas de apostas do PSDB e de outras siglas a possibilidade de o tucano Reinaldo Azambuja decolar como candidato à sucessão do governador André Puccinelli (PMDB) após seu plano de voo rumo ao Senado na chapa petista pilotada pelo pré-candidato ao governo Delcídio do Amaral ser abortado com o veto de Dilma e da cúpula do PT à aliança.
Querendo levar o jogo para o segundo turno, governistas incentivam a terceira via. Chegaram a convidar Azambuja para uma conversa no início da semana. O encontro não teria ocorrido. Interlocutores do tucano dizem que ele considera cedo para esse tipo de diálogo.
Reinaldo entende que o pré-candidato Nelsinho Trad (PMDB) vai defender o presidenciável Eduardo Campos (PSB). E, como Dilma terá o palanque de Delcídio, é seu papel oferecer palanque estadual ao também tucano Aécio Neves na corrida pelo Planalto.
Nesse traçado, Azambuja, que já conta com o DEM e o PPS, retomou o diálogo com lideranças do PDT e PTB. E, como os outros dois pré-candidatos ao governo, também está de olho de Dourados.