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Anvisa proíbe venda de lotes falsificados do medicamento Mounjaro e determina apreensão no Brasil

Agência também suspendeu comercialização de produtos sem registro, incluindo o medicamento Tirzec e itens da linha Skin Body Organic.

Thais Constantino  - Hoje Mais Três Lagoas 
02/04/26 às 12h58
Foto: Divulgação | Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (2), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro e do Mounjaro KwikPen em todo o país. A medida inclui a proibição da comercialização, distribuição e uso dos produtos identificados como irregulares.

De acordo com a agência reguladora, a decisão envolve especificamente o lote D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro KwikPen, fabricados por uma empresa ainda não identificada. Os produtos foram considerados falsificados após análises que identificaram inconsistências em relação ao medicamento original.

A empresa responsável pelo registro do medicamento no Brasil, a Eli Lilly , informou que unidades desses lotes foram encontradas no mercado com características diferentes das originais. Entre os problemas identificados estão números de série inexistentes nos sistemas da fabricante, uso de materiais divergentes na embalagem e falhas na leitura do código bidimensional (2D).

Outro produto alvo de ação fiscal foi o medicamento Tirzec , produzido por uma empresa não identificada. Segundo a Anvisa, o item não possui registro, cadastro ou qualquer tipo de notificação junto à agência reguladora, o que torna sua comercialização irregular.

Com isso, foram proibidas a fabricação, importação, distribuição, divulgação, venda e utilização do produto em território nacional.

A agência também determinou a apreensão dos produtos da linha Skin Body Organic , fabricados pela empresa Skin & Body Nutracêuticos e Cosméticos Organic Ltda. . De acordo com a fiscalização, os itens estavam sendo comercializados e divulgados sem registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador.

 

Segundo informações divulgadas pela própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os produtos devem ser retirados imediatamente do mercado, e sua fabricação, comercialização, importação e uso estão proibidos até que estejam em conformidade com as normas sanitárias vigentes.

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