(Foto: Reprodução)
Dados do
Ministério da Saúde
apontam que 16 municípios de Mato Grosso do Sul já enfrentam epidemia de chikungunya, com incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes.
O Estado soma atualmente 4.214 casos prováveis, além de sete mortes confirmadas e três óbitos em investigação. Há apenas dez dias, eram 14 cidades nessa situação, o que demonstra avanço da doença no território sul-mato-grossense.
Municípios em situação de epidemia
Entre os municípios com maior incidência estão:
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Fátima do Sul – 2.325,2 casos por 100 mil habitantes
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Jardim – 1.289,6
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Sete Quedas – 1.201,4
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Outras cidades também entraram recentemente na faixa epidêmica, como Dourados, Itaporã, Costa Rica, Angélica e Douradina.
Por outro lado, municípios como Água Clara, Antônio João e Figueirão conseguiram reduzir os casos e saíram da condição de epidemia.
Em apenas uma semana, o Estado registrou mais 557 novos casos prováveis, evidenciando a rápida disseminação de
chikungunya.
Cidades como Amambai tiveram aumento expressivo, com crescimento de 65,7% na incidência.
Já em Corumbá, foram registrados mais 73 novos casos, enquanto Jardim teve acréscimo de 42 notificações recentes.
MS lidera incidência no país
A incidência média em Mato Grosso do Sul chega a 144,1 casos por 100 mil habitantes, quase 13 vezes maior que a média nacional, que é de 11,4.
No cenário nacional, o Brasil soma 24.378 casos prováveis da doença. Com isso, o Estado concentra cerca de 17,2% dos registros e quase metade das mortes confirmadas no país.
As autoridades de saúde reforçam a importância da prevenção, especialmente no combate ao mosquito transmissor, com eliminação de água parada e cuidados dentro das residências.
O avanço da doença acende alerta para a população e para os serviços de saúde, diante do crescimento contínuo dos casos em diversas regiões do Estado.
As informações são de Midiamax