A usina de compostagem e o aterro sanitário de Andradina foram construídos bem depois do Aeroporto Estadual. Mas dias desses a CETESB- Companha de Tecnologia e Saneamento Básico do Estado de São Paulo recusou renovar a licença de funcionamento. Dizem que é devido uma legislação federal que proíbe a existência de aterros sanitários num raio de 20 quilômetros dos aeroportos públicos. É para evitar que os urubus entrem em rota de colisão com as aeronaves.
Paralisar o aterro sanitário de Andradina seria uma catástrofe. A Prefeitura de Mirandópolis foi proibida de continuar usando o aterro sanitário devido a imundice e falta de controle do lixo. Agora a prefeita Regina Mustafa gasta R$ 150 mil por mês para levar o lixo até Votuporanga, onde existe uma usina capacitada para receber o produto.
Essa semana o assessor especial e ex-prefeito de Andradina Jamil Ono, esteve em São Paulo na sede da CETESB e também com dirigentes da Aeronáutica. Segundo informou a assessoria de Imprensa, a Prefeitura de Andradina está conseguindo autorização para ampliar temporariamente o aterro sanitário. O Secretário do Meio Ambiente Cláudio Gotardo disse que a solução para os 17 municípios do Consórcio Intermunicipal do Extremo Noroeste Paulista será a instalação de uma usina de processamento e produção de energia elétrica.