Cotidiano

Penápolis confirma morte de idoso de 91 anos por dengue

É a quarta morte por dengue na cidade no ano; as outras três vítimas são mulheres e há mais 6 mortes suspeitas aguardando exames

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
30/05/19 às 19h39
Mesmo com as orientações, equipes ainda encontram casos que colocam em risco a saúde pública (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Penápolis (SP) confirmou que a dengue foi a causa da morte de um idoso de 91 anos, ocorrida em 19 de maio. A confirmação foi feita na tarde desta quinta-feira (30), em nota enviada à imprensa.

Segundo o município, esta é a quarta morte por dengue na cidade no ano, sendo que as outras três vítimas são mulheres. Um delas é uma idosa, de 85 anos; a outra tem 33 anos; e a terceira, 30 anos.

Além disso, há mais seis mortes suspeitas em investigação epidemiológica, aguardando resultado de exames realizados pelo Instituto Adolpho Lutz, credenciado pelo Ministério da Saúde.

Entre as mortes em investigação, apenas uma das pacientes é mulher. Ela tinha 68 anos e morreu no último dia 8.

Os outros pacientes são homens que morreram em 15 de abril (57 anos); 19 de abril (80 anos); 6 de maio (86 anos); 10 de maio (88 anos); e 26 de maio (56 anos).

Ainda segundo a Prefeitura, até 28 de maio foram registrados 344 casos positivos de dengue em Penápolis confirmados por exame laboratorial e 17 por exame clínico epidemiológico. Há ainda, 1.420 casos suspeitos aguardando a confirmação por exame laboratorial.

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Focos

Segundo o Serviço de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Penápolis, a ADL (Avaliação de Densidade Larvária) realizada neste mês de maio registrou índice de 0,8%, o que corresponde a 800 imóveis encontrados com criadouros do mosquito Aedes aegypti.

O número é a metade do registrado em janeiro, que foi de 1,62%, e abaixo do considerado aceitável pelo Ministério da Saúde, que é de no máximo 1%.

Apesar da redução, o encarregado da Vigilância Epidemiológica, Franklin Cordeiro, explica que durante as visitas são encontrados muitos focos de larvas nas residências. "Bebedouros de animais e pratinhos de plantas foram os criadouros mais encontrados pela nossa equipe”, relata.

De acordo com ele, a região central da cidade é a que apresenta o maior número de criadouros, mas as demais regiões não estão em situação confortável. "Precisamos de um envolvimento e comprometimento da população em combater o mosquito”, alerta.

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