Com o tema “O Ato da Palavra”, a 6ª edição do Flibi (Festival Literário de Birigui) aconteceu entre os dias 16 e 20 de outubro, atraindo 13.500 pessoas em mais de 100 horas de programação. O número é o maior já registrado pelo festival em seis anos de existência.
O festival ofereceu mais de 70 atrações ao público; foram 50 eventos, 15 oficinas formativas no programa educativo, sete mesas literárias e quatro shows. A programação do Flibi ainda percorreu 18 espaços diferentes no roteiro deste ano, contou com a participação de 40 autores (seis nacionais e 34 regionais) e 200 artistas e educadores, além de mil livros doados.
O diretor-geral do evento e secretário municipal da Cultura e Turismo, Paulo Bernardes, explica que os números mostram crescimento com relação às demais edições, principalmente se comparado com a realizada no ano passado, quando atingiu um público de quase nove mil pessoas.
Público
De acordo com ele, o Flibi 2019 teve como diferencial atividades que alcançaram um grande número de público. “Quase 14 mil em um projeto como esse é muita coisa. Geralmente são atividades que atraem 50 ou 100 pessoas. Nas oficinas, o público é de 20”, detalha.
Um dos pontos altos foi a mesa literária A Palavra é Transformação, com a monja Coen Roshi, no dia 19. Inicialmente, a organização planejava fazer a atividade no teatro do Sesc Birigui, que comporta 270 lugares. Com o grande interesse das pessoas, houve remanejamento para a quadra da unidade, alcançando, assim, quase duas mil pessoas, lotação máxima do local, segundo Bernardes.
“A nossa intenção, com o Festival, foi a de promover encontros, com grandes referenciais do nosso País e da região, para participar de diálogos abertos com milhares de pessoas, que tiveram o acesso oportunizado, de forma gratuita, ao escritor ou artista que admira e inspira a transformação pessoal”, destaca.
Sugestões
Para a próxima edição, a intenção é manter a mesma estrutura do programa principal e programa educativo. Portanto, já é possível acessar as redes sociais do Flibi (tanto no Facebook como no Instagram) e fazer sugestões para curadoria do evento de nomes que poderiam integrar a próxima programação. Bernardes lembra que o festival é colaborativo, ou seja, grande parte das atrações vem de pedidos do público.